14/11/17

TAMBÉM JÁ VÃO SENDO ALGUNS...

2013-14

2014-15 

2015-16

 2016-17
Imaginem mais um.
O que sentirá o J.Marques?
E Pinto da Costa, que nunca esteve tanto tempo sem ganhar?
É esta a razão.
Percebem?

SÃO MUITOS, NÃO SÃO?

2002-03 
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 2012-13
 2013-14
 2014-15
 2015-16
 2016-17
O que sentirão eles?
E se for mais um? E outro? E outro?
Que pequenez!
Será esta a razão de tanto ódio?

O ADEUS DE UM SENHOR

Três imagens ficam da noite da histórica eliminação italiana. Primeiro, Buffon aplaudindo o hino sueco quando todo o estádio o assobiava. Segundo, e enquanto os seus colegas se espalhavam pelo chão em lágrimas, o guarda-redes italiano, como grande senhor, dirigia-se aos adversários felicitando-os, um a um, pelo apuramento. Depois, foi a sua vez de não conter as lágrimas, numa flash interview que quase fez chorar também os espectadores, mesmo os mais isentos.
Gigi não merecia que o seu último jogo internacional fosse um dos mais negros da história da selecção transalpina, que ao longo de tantos anos ajudou a brilhar e a vencer.  
Fica a memória de um dos melhores guarda-redes de todos os tempos. E de um homem que, manifestamente, merecia estar no Mundial russo.

DISPIACE

Nunca vi um Mundial sem a Itália,e duvido que algum dos leitores se lembre de tal coisa. Seria preciso recuar até 1958, quando Pelé dava os primeiros passos na história do futebol.
Mas, mesmo sendo vítima de um certo anacronismo geográfico da FIFA, que coloca na fase final o Panamá, a Arábia Saudita, a Costa Rica, o Irão e a Tunísia, deixando de fora Holanda, Itália, Turquia, Chile ou Grécia, a verdade é que esta "Squadra Azurra" tem muito pouco que a recomende.
Por exemplo, o seleccionador, aos 68 anos, nunca conquistou um título, nem sequer chegou a disputar uma Liga dos Campeões de clubes, ou fase final de qualquer competição de selecções. E tirando o eixo central da defesa, Buffon, Chiellini e Bonucci, mais ninguém na equipa tem verdadeira dimensão internacional.
Que saudades dos tempos de Zoff, Tardelli, Rossi ou Bettega, e mais tarde de Del Piero, Pirlo, Inzaghi, Totti ou Gattuso. Mas os calendários não voltam para trás, e os italianos terão muito que reflectir sobre o momento actual do seu futebol - que se repercute igualmente em muitos dos seus principais clubes (desde logo o grande AC Milan).

VÍTIMA

Nem tão bom como se dizia em Agosto (e na altura escrevi que ainda desconfiava dele), nem tão mau como dizem os suíços. 
Por cá tem, sobretudo, sido vítima da comparação com Mitroglou - que lhe é claramente desfavorável, até porque tem características diferentes, e menos diferenciadoras (e goleadoras) do que o grego.
É um jogador triste, que precisa claramente de estímulo. Pode ser que este episódio funcione como tal.
Merece o apoio dos benfiquistas.

13/11/17

UMA EQUIPA INTEIRA PARA A TROCA

BRUNO VARELA: emprestar a equipa da liga para ir ao Mundial e valorizar

DOUGLAS: devolver

LISANDRO: emprestar para poupar no salário

KALAICA: emprestar a equipa da liga para rodar e valorizar

  HERMES: dispensar

 CHRIEN: emprestar para rodar e valorizar

  WILLOCK: emprestar para rodar e valorizar

JOÃO CARVALHO: emprestar a equipa da liga para rodar e valorizar

OLA JOHN: dispensar

GABIGOL: devolver

    RAFA: emprestar a equipa da liga para ir ao Mundial e valorizar

PEDRO PEREIRA: dispensar

10/11/17

A ENTREVISTA - destaques

MAILS: Com humildade e serenidade, Vieira confessou que o Benfica não estaria preparado para um ataque daquela natureza, mostrando tranquilidade total quanto ao desfecho das investigações. Foi franco e certeiro ao lamentar o impacto mediático de um tema que na justiça não dará em nada, mas que nas televisões e nos jornais já fez, e vai fazendo, alguma mossa. Tranquilizou a nação benfiquista, prometendo fazer com que este caso não fique impune. 

ARBITRAGEM: Foi, uma vez, mais, a única voz de bom senso na abordagem de um tema que tem servido, exclusivamente, para arma de arremesso contra o Benfica. Desafiou os árbitros a contarem as verdades, e os poderes a actuarem na defesa do futebol. Marca aqui uma diferença substancial de comportamento face aos dois rivais.

APOSTA NA FORMAÇÃO: O ponto mais frágil da entrevista, pois se por um lado toda a estratégia defendida faz sentido, a verdade é que a prática tem sido diferente. Não na aposta na formação em si, mas no aproveitamento dos jovens para a primeira equipa. É verdade que com Ederson, Nélson, Lindelof, André Gomes, Bernardo, Renato, Gonçalo, Cancelo etc, o Benfica poderia ter já hoje uma grande equipa alicerçada na sua formação, mas também é verdade que todos eles foram rapidamente vendidos, alguns sem chegar a jogar uma única vez como titulares. É uma contradição face ao discurso oficializado, que o futuro poderá dissolver, mas que o passado e o presente não permitem, por enquanto, ignorar.

MOMENTO DA EQUIPA: Sereno, Vieira lembrou que não se pode ganhar todos os jogos, mas que o plantel é forte e vai lutar até ao fim. Explicou bem algumas opções. Outras não tanto (Mitroglou não era apenas "um dos" quatro avançados, mas sim o único ponta-de-lança puro do plantel).

SPORTING: O momento de humor da entrevista foi quando falou da aliança dragarta, lembrando que nestes casos o Sporting fica sempre por baixo - como parece, de facto, começar a acontecer uma vez mais.

NUNO GOMES: Tudo explicado.

RUI GOMES DA SILVA: Vieira esteve muito bem, confessando ter ficado magoado com algumas observações do ex-presidente, sobretudo por terem sido feitas num momento delicado. Creio que os sócios do Benfica terão podido tirar conclusões desses episódios.

AG: Num momento quase intimista, Vieira mostrou o quanto o magoou a incompreensão e o comportamento de alguns sócios na última AG.

RUI VITÓRIA: Não poderia dizer outra coisa. Enquanto Vitória for treinador do Benfica, estará "seguro" até final do contrato. Veremos o que acontece se as coisas correrem mal, algo que com este treinador ainda não aconteceu verdadeiramente (pelo menos em termos de campeonato nacional).

NOTA FINAL (0-20): 17 valores.

07/11/17

FINALMENTE ALGO DE NOVO

Mau grado Joaquim Rita (SICN) ter qualificado a exibição do Benfica em Guimarães como medíocre, a mim pareceu-me bem melhor do que a maioria dos jogos do passado recente. Consistência, solidez e eficácia foram os três atributos que levaram os encarnados a uma vitória relativamente tranquila num dos terrenos mais difíceis do campeonato.
Descontando o facto de este adversário ser aquele com o qual o Benfica realizou os seus melhores jogos no ano civil de 2017 (6 partidas, 6 vitórias, 17-2 em golos, e boas exibições em casa e fora), a verdade é que a entrada de mais um médio (neste caso Krovinovic, como poderia ter sido Samaris, ou Filipe Augusto, ou dois deles descansando Pizzi) deu bastante equilíbrio a um colectivo que começada a mostrar-se esgotado.
Se isto há muito tempo era óbvio, já a performance de Jonas actuando sozinho na frente terá sido uma boa surpresa. Foi o melhor em campo, jogando a "nove", posição em que, até ao momento, raramente havia sido feliz. Aliás, a insistência até à náusea no 4-4-2 terá sido, em parte, motivada por uma tentativa de melhor aproveitamento do craque brasileiro. 
É claro que, jogando em casa, contra adversários fechados, faltará peso na área (Jimenez ou Seferovic). Aí o terceiro médio cairá. Mas para os confrontos decisivos do Dragão e de Moscovo, parece-me que a fórmula ideal está encontrada (eventualmente com a entrada de Grimaldo para o lado esquerdo da defesa).
Já agora, o patinho feio André Almeida realizou, também, uma excelente partida, enquanto Svilar voltou a mostrar alguma verdura - mais cedo ou mais tarde, temo que o recurso a Júlio César venha a ser inevitável.
Já Ruben e Diogo estão de pedra e cal, e a continuar assim arriscam presença no Mundial da Rússia. E no caso do central, bom jeito dará à equipa das Quinas.

A JORNADA DA VERGONHA

Dois penáltis por assinalar contra o Porto, uma expulsão perdoada ao Porto, uma expulsão perdoada ao Sporting, um golo limpo anulado ao Braga, um penalti a favor do Sporting precedido de falta, um penálti por marcar a favor do Benfica, uma falta óbvia sobre Jonas marcada ao contrário.
O Porto poderia ter empatado. O Sporting deveria ter perdido. O Benfica estaria em segundo, a 3 pontos do primeiro.
Assim se condiciona um campeonato, com o video desligado. Era isto que eles queriam?

02/11/17

UM MAL QUE VEM DE LONGE


Se atendermos a todos os jogos do Benfica no ano civil de 2017, e se nos lembrarmos deles um por um, chegaremos à conclusão que, com excepção das cinco partidas frente ao Vitória de Guimarães (ex clube de Rui Vitória), todas elas bem conseguidas, o resto foi muito, muito pobre, em termos exibicionais.
Antes da época em curso - bem fresca na memória -, poderia recordar o duplo confronto com o Estoril (campeonato e taça), a recepção ao Boavista, e as deslocações a Moreira de Cónegos, Dortmund, Paços de Ferreia, Santa Maria da Feira, Braga, Taça da Liga no Algarve, Setúbal (quase todas, portanto), como exemplos de jogos medíocres, ou mesmo muito maus, do Benfica na temporada passada.
Preocupante é também a desvalorização de jogadores como Jardel, Lisandro, Eliseu, Samaris, Cervi, Zivkovic, Rafa, João Carvalho e Jimenez. Todos eles estão piores e valem menos agora do que há um ano atrás. Inclusivamente André Almeida, Grimaldo, Pizzi ou Fejsa, mantendo de algum modo a cotação, têm-se mostrado, igualmente, bastante aquém da melhor forma (em alguns casos de forma gritante e continuada). Uma história simples: quando todo o plantel joga menos e rende pouco, o que concluir?
De destacar ainda os 18 golos de Mitroglou de Janeiro a Maio, confirmando-se que foi esta, quanto a mim, a maior e menos justificável perda do Benfica no mercado de verão. Pelo que marcava, pela frieza diante da baliza, pelas bolas que conquistava e mantinha no meio campo adversário, e pelos espaços que abria para os colegas. Hoje o Benfica não tem ninguém que jogue dentro da área, juntando quatro avançados com características quase idênticas.
Outra preocupação: nenhuma das aquisições se afirmou como indiscutível (veremos Svilar), e a maior parte nem merece convocatória. Seferovic, que, apesar dos golos, nunca me impressionou, também já vai sendo um caso estranho de sub-rendimento face ao início da época. Krovinovic não passa de um bom suplente. Douglas e Gabriel foram erros de casting absolutamente desnecessários. Chrien e Willock andam pela B. Arango, Milos e Agra nem aqueceram lugar. Olhando para nomes como Ederson, Nélson Semedo, Lindelof, Mitroglou, ou mesmo Carrillo e André Horta, vemos a diferença.
Estão nestes parágrafos as razões para a má temporada que os encarnados estão a realizar. Resumindo, ausência de jogo colectivo que já vem de trás, sub-rendimento de grande parte do plantel, falta de um ponta de lança de área (um golo em quatro jogos da Champions) e aquisições falhadas ou inúteis. Duas primeiras assacáveis ao treinador, duas últimas à direcção, se bem que nesta repartição de culpas haja que realçar que, mesmo com o plantel formado por Vieira, este Benfica teria obrigação de render muito mais. De jogar o dobro, como alguém dizia há uns anos.

ALGUMAS CONTAS

Estes são alguns exemplos dos três possíveis desfechos. Não esquecer que o desempate por golos é, em primeira instância, pela diferença de golos APENAS entre as equipas empatadas em pontos - o que ainda complica mais a vida do Benfica.
Como se percebe, as hipóteses são poucas. Para a Liga dos Campeões seria preciso um resultado histórico com o Basileia na Luz, além de todas as restantes três partidas terem de corresponder à necessidade pontual. Esta é pois uma possibilidade meramente académica.
Já relativamente à Liga Europa, ganhando por dois golos em Moscovo, e por dois também ao Basileia, com uma vitória do M.United sobre o Cska os encarnados alcançariam o terceiro lugar.
Ganhando por três em Moscovo (seria fantástico, e bastante simplificador), na última ronda apenas contariam os pontos (qualquer vitória sobre o Basileia, e qualquer derrota do Cska em Inglaterra dariam a Liga Europa).
Ou seja, o Benfica deve apontar, primeiro que tudo, para uma vitória robusta em Moscovo (essencial por 2, excelente por 3 ou mais). Se assim for, não será difícil que a última jornada seja favorável.

UM AZAR NUNCA VEM SÓ

Que jogo azarado! Que Champions azarada!
Golos estranhos, erros dos árbitros, castigos, lesões. Não tem faltado nada.
Das quatro derrotas, só a de Basileia foi justa. Mas as competições fazem-se de vitórias, e de pontos. E ao Benfica só um milagre pode salvar.

31/10/17

LFV14

Cumprem-se 14 anos desde que Luís Filipe Vieira assumiu a presidência do nosso clube.
O balanço dificilmente poderia ser melhor. Dir-se-á mesmo que há um Benfica antes, e um Benfica depois do actual presidente.
Quando se olha para as infraestruturas, percebe-se que temos hoje condições de topo a nível internacional, elogiadas por todos os profissionais que por cá passam: um dos melhores estádios da Europa, um centro de estágios que não para de crescer, dois pavilhões funcionais, o centro de alto rendimento para as modalidades que está na calha, e um museu moderno e de grande beleza, são ilustrações daquilo que é um clube voltado para o futuro.
Se atendermos aos resultados do futebol profissional, à excepção dos anos de Eusébio, nunca o nosso clube tinha vivido um ciclo tão ganhador. Nestes 14 anos conquistámos 20 troféus, tantos quantos nos 29 anos anteriores – ou seja, em mais do dobro do tempo. Festejámos o nosso primeiro Tetra. Estivemos em duas finais europeias (ai os penáltis de Turim…). Batemos recordes.
Na formação, os talentos espalhados pelos maiores clubes do mundo certificam o trabalho feito.
Nas modalidades, alcançámos títulos europeus inéditos em Hóquei e Futsal. Impusemos uma clara hegemonia no Basquete e no Vólei. Conseguimos sucessos olímpicos. Troféus? Não os consigo contar.
No aspecto institucional, nunca a marca Benfica fora tão prestigiada dentro e fora de portas. O número de sócios subiu para níveis jamais alcançados. As receitas também.
Se recordarmos o que era o Benfica em 2001, percebemos melhor o quão espantoso foi este percurso. Só não vê quem não quer.
E
#TÍTULOS EUROPEUS EM HÓQUEI, FUTSAL, JUDO E TRIATLO
#FINAIS EUROPEIAS EM: FUTEBOL, HÓQUEI, FUTSAL, ANDEBOL, VOLEI, ATLETISMO, JUDO E TRIATLO
#12 TÍTULOS E 2 FINAIS EUROPEIAS NO FUTEBOL FORMAÇÃO
#4 MEDALHAS OLÍMPICAS
#26 TÍTULOS NO ATLETISMO
#58 TÍTULOS FEMININOS A NÍVEL SÉNIOR
#TÍTULOS NACIONAIS NO JUDO, NO TRIATLO, NO BILHAR, NO RÂGUEBI FEMININO  E NOUTRAS MODALIDADES, SENIORES E FORMAÇÃO


27/10/17

OS RESPONSÁVEIS PELO CLIMA DE ÓDIO

Não há como iludir que foi a sua chegada ao futebol que deu o pontapé de saída neste assunto. O seu estilo guerrilheiro e provocador é gasolina num clima já de si conturbado, e repleto de hostilidades. Foi esperto ao perceber que atacando o Benfica tinha a massa associativa com ele, podendo perpetuar-se no poder, mesmo sem ganhar nada. Anda mais calado, mas apenas por estratégia... ou então por amor.

É o que sempre foi: um odiento complexado com o Benfica e com Lisboa, que não olha a meios para atingir os fins. Atendendo à idade, já não deverá fazer muitos estragos. Mas o ódio está lá, ninguém duvide.


Foi o patrono da reunião do Altis, que deu início a esta nova fase, com a história dos mails. É ele o ideólogo do ódio.

A voz do dono. Destila ódio todas as semanas. Mesmo tendo a convicção de que os mails do Benfica não serão piores que os do FC Porto ou do Sporting, nenhum benfiquista fica bem disposto ao ouvi-lo. Serve para unir o clube, mas está a arruinar o futebol português. Trabalha no FC Porto, mas nunca o ouvi falar de outro assunto que não o Benfica.
  
Outro cretino, que semana sim, semana sim, atira tochas para a fogueira, sempre com o Benfica na mira. Aliás a Sporting TV está transformada num canal de ataque ao Benfica. Não fala de outra coisa. Também nunca o ouvi falar de nada que não fosse o Benfica.

COMENTADORES
Deixo de fora a RTP onde os debates são, ainda assim, mais civilizados. Nas outras estações, os painéis de adeptos dos clubes são um brutal rastilho para o ódio. Não se fala de futebol. Apenas se ataca o inimigo, normalmente Benfica de um lado, Sporting e Porto do outro.
Por uma questão de sanidade mental, deixei de ver esses programas. E acho que a ERC deveria rapidamente pronunciar-se sobre isto, pois não acredito num pacto entre as estações.

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Faltam aqui as claques. É verdade, mas como todas têm telhados de vidro, e são um problema antigo, não acho que se enquadrem nesta análise. Até porque talvez sejam mais consequência do que causa.
Se todas as pessoas acima referidas saíssem do futebol, ou adoptassem uma postura moderada e conciliadora, creio que as próprias claques comportar-se-iam um pouco melhor.
Acusaria ainda Pedro Proença, mas por omissão. Até agora o seu mandato tem sido um zero absoluto.

Num balanço global, não serão mais do que 15 pessoas. Toda a gente as conhece. Falta agir em conformidade.